Texto para o dia 05/07/18 - Gente do Bem
Eu não tenho dúvidas disso.
Por muitas vezes em minhas palestras motivacionais sempre
afirmei que nossa vida é como um jogo de vídeo game, sempre dividida por fases,
umas são bem fáceis outras só por Deus.
Paulo Coelho, considerado como o brasileiro mais lido no
mundo, em seu livro 11 minutos, lançado pela Editora Sextante, a respeito da
vida, escreve:
“A vida é um jogo forte e alucinante, a vida é lançar-se de
paraquedas, arriscar-se, cair e voltar a levantar-se, é alpinismo, é querer
subir ao topo de si mesmo, e ficar insatisfeito e angustiado quando falhar”
Boa parte do texto que compõe esse áudio foi extraído do
site a mente é www.maravilhosa.com.br:
A verdade é que você e eu temos nossas cartas, basta agora
querermos jogar. Teremos cartas boas e cartas ruins, mas não importa a
qualidade das cartas, e sim o quão bem conseguiremos jogar.
Conforme o jogo avança, receberemos mais cartas diferentes que poderão
melhorar ou piorar nossa jogada, mas nunca deixaremos de ser afetados a cada
rodada. Esta metáfora das cartas, proposta por Voltaire, resulta em um manjar
para a nossa essência.
Neste sentido não há a opção de se render, pode ser que você
se atrapalhe um pouco para viver entre as cartas, sobretudo quando não entende
bem a dinâmica do jogo, mas as opções estão a sua frente. Na verdade, não
se trata de ganhar ou perder, trata-se de jogar.
Há pessoas com cartas marcadas, pessoas tóxicas, pessoas que roubam, enganam e que se
aproveitarão da boa vontade do resto dos jogadores de sua mesa. Também temos
que dizer que, na partida, não é a mesma coisa ser o corcunda de Notre
Dame ou ser a Sharon Stone.
Entenda que aqui, as piscadas da vida não favorecem a todos
igualmente a cada jogada; o que é certo é que teremos o nosso momento de
glória, desde que mantenhamos a atenção em nossa estratégia.
É impossível que nossas cartas sejam iguais, de modo que não
podemos dizer a você como você deve jogar; é sua tarefa descobrir a estratégia
que deverá seguir. O que estou querendo dizer é que a única coisa da qual estou
certo é de que temos que colocar todo o nosso coração em viver bem,
para podermos passar bem pela vida e não nos importarmos com as nossas cartas
na mão.
De qualquer maneira, há infinitas formas de jogar e nunca
poderemos nos esquecer do fato de que temos que manter o equilíbrio de cinco
bolas no ar enquanto jogamos a partida. Estas bolas são o trabalho, a
família, a saúde, os amigos e o espírito.
Eis aí o texto. Concordo em gênero, número e grau.
É claro que seu enredo é uma metáfora e nos dá um bom
entendimento sobre o viver.
José, o do Egito, filho amado de Jacó, com 17 anos, foi
vendido como escravo por seus irmãos por causa do amor que o Pai tinha por ele
e porque tinha um diferencial, teve inúmeros desafios em sua vida, além do fato
já relatado acima, teve que se livrar da mulher de Potifar que o assediou e foi
preso no Egito. Porém, após dois anos sua vida mudou radicalmente, pois por
interpretar os sonhos de Faraó, maior autoridade política do país, se tornou a
segunda maior autoridade, sendo o Governador.
A vida tem altos e baixos, mas nada é um final, sempre há
alguma coisa boa a extrair dela. Muitas vezes pensamos que a vida nos está
tratando com crueldade, porém, isso não é um fato, porque nossas maiores
oportunidades surgem disfarçadas de problemas insuperáveis.
O segredo é não perder a calma e seguir em frente,
independente de como é o caminho. Logo o porto seguro será alcançado.
Tenham um dia abençoado.
Fiquem todos debaixo da Santa Paz de Deus.
JÚNIOR ALCÂNTARA
Viver para servir

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